Terça-feira, 14 de Julho de 2009

Um que um blog faz

Estas meninas são as mais queridas.

T2 para duas

Amiguinhos (chamo-vos isto porque estou descaradamente a dar-vos graxa), preciso de uma casa. Um apartamento muito lindo, com dois quartos, varanda, cozinha remodelada ou mais ou menos moderna e cuja renda não ultrapasse os 550 euros. Em Lisboa, pois claro. Não quero cá Damaias nem Amadoras (sem desprimor para estas zonas). Se alguém for amigo, primo, irmão, amante, mãe, pai de alguém que tenha uma casinha dentro deste género para alugar, é favor enviar um mailzinho, sim? Obrigadinhas.

Domingo, 12 de Julho de 2009

Depois de um fim de semana disto...


Disto...

E disto...


E depois de uma sexta-feira com muitos beijinhos, abraços, marisco, despedidas e alento ( e a máquina fotográfica que tirou estas fotos), estou pronta para amanhã. Bring it on.

Quinta-feira, 9 de Julho de 2009

O fim de uma etapa (título mauzinho, este)

Esta semana foi (está a ser) de despedidas. E toda a gente sabe que as despedidas são tristes. Mesmo que não se queira, lá vem a lamechice toda à superfície da pele, um nó na garganta, um tremor quase imperceptível da voz. Não é um adeus, até porque não vou emigrar nem desaparecer da face do planeta. Mas é um adeus. É um «isto não voltará a acontecer». Segunda-feira foi o dia de um último jantar. Terça-feira o dia de um último martini. Hoje é o último dia que almoço aqui. Hoje é o último dia que visiono reportagens. Hoje é último dia em que me sento neste computador. Amanhã é último dia que saio em reportagem. Foram dois anos. Dois anos de viagens, de cansaço, de risos, de incredulidade, de aprendizagem a bem, a mal, a gritos, a pazes, de cantorias no carro, de casas tantas casas de pessoas tantas pessoas, de horas e horas e horas de visonamento, de horas e horas e horas de escrita. De stresses na edição, de erros meus, de distrações, de mal entendidos. Das prendas de aniversário dadas em conjunto, acompanhadas de gritos e palmas que ninguém se entendia. Do Mp3 na pausa para conversar um bocadinho, contar sonhos, memórias de infância, o que se fez no dia anterior, o que se comeu, boas notícias, más notícias, trivialidades que nos aproximam. De almoços na estrada, na cantina, naquele restaurante dos grelhados que até fica em caminho, vamos lá então. Dos planos de câmara impossíveis de concretizar, das ideias megalómanas de imagens, das entrevistas interrompidas com tosse, cães a ladrar, aviões a passar, camiões a arrancar, entrevistados a chorar, entrevistados a rir. De colegas que aprendi a conhecer, aprendi a lidar, aprendi a perceber o humor só de olhar. De colegas que vão ficar sempre, de outros que seguem caminho- porque isto é mesmo assim e não há espaço para toda a gente. Dos colegas que são amigos, dos colegas que se tornaram amigos. Da bebé que aí vem e que eu conheci ainda ela era um pequeno nada e agora até já dá pontapés. Beijinhos, muitos, para todos, assim com a voz presa de quem está capaz de chorar.

Terça-feira, 7 de Julho de 2009

One last song

Domingo, 5 de Julho de 2009

É isto que temos

Eu sei que falar sobre o tempo é, para além de repetitivo, extremamente desinteressante. Mas a verdade é que eu nem peço muito e a única coisa que queria este domingo era uma porra de uns raios de sol. Tinha planeado um dia glorioso, de papo para o ar, sem pensar em nada, rebolando ora para cima, ora para baixo, torrando a pele debaixo de 28 graus, com intervalos para mergulhos e leitura. Mas nãaaaaao. Claro que não. Sol? Em Julho? Que disparate tão grande.

Sexta-feira, 3 de Julho de 2009

Ai que eu não estou bem

Por favor, alguém que me meta juízo na cabeça e me explique, com muita paciência, que eu não devo comer carne de porco todos os dias e que entrecosto e presunto são alimentos inventados pelo diabo, para me tentar. É que assim eu dava descanso ao colestrol e evitava ficar enjoada e mal disposta como estou neste preciso momento.
Imagino uma vida de pátios em calçada portuguesa, casas brancas, casas coloridas, janelas em pedra e alpendres. Imagino uma vida de serões debaixo de luzinhas coloridas, debaixo de céus estrelados, à mesa, em cadeiras com almofadas às flores. Serões pintados de amigos e conversas e música. Imagino uma vida de chinelos e vestidos frescos. Imagino uma vida de pequenos-almoços cheios de coisas boas. Imagino uma vida de ruas estreitas ladeadas de casa com bunganvílias e portadas de madeira pintadas de verde. Imagino uma vida com vista para o rio, para o mar, para o sol reflectido na água. Imagino uma vida cheia de livros. De palavras escritas e lidas. Imagino uma vida cheia. De sorrisos, de tudo. Cheia.

Quinta-feira, 2 de Julho de 2009

Já está

Pôr-do-sol na Zambujeira. Parece-me muito bem. Espero que gostem, meus queridos.